Petitio Principii

Petitio Principii ou Petição de Princípio (também conhecido por "raciocínio circular") ocorre nos argumentos cuja conclusão já está contida nas premissas.

Exemplo:
"Nunca houve um violinista como André Rieu. Logo, André Rieu é o maior violinista de sempre."

Editado por Alda Martins


Aditamento por (OBraga)

Erro lógico analisado por Aristóteles e que consiste em tomar por princípio de um raciocínio, mas sob uma forma ligeiramente diferente, aquilo que é suposto estabelecer. Por exemplo:

A guerra é uma das formas da agressividade natural; portanto, a guerra é natural.

Neste caso devemos distinguir o paralogismo, onde o erro é cometido de boa-fé, e o sofisma que utiliza conscientemente esse raciocínio falso.


A falácia Petitio Principii (do latim que significa “pedir a premissa”) ocorre quando a premissa (ou premissas) são tão pouco verosimilhantes quanto a conclusão, ou seja, quando a premissa da argumentação contém nela própria a conclusão a que deve chegar, embora de uma forma disfarçada e implícita.

Esta falácia é semelhante ao circulus in demonstrando ou "raciocínio circular", com a diferença em que na Petitio Principii a premissa é sempre ou inverosímil ou de fraca verosimilhança.

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License